segunda-feira, 30 de novembro de 2009



ANÚNCIOS SOBRE O MEIO AMBIENTE


Essa campanha foi feita para a World Wildlife Fund. À medida que o papel acaba, o verde da América do Sul também vai embora, simbolizando o impacto ambiental que o uso de simples toalhas de papel é capaz de provocar, além de alertar para outros desperdícios que podem levar às mesmas consequências.

Pensem, mas também ATUEM...


Único imóvel de solteiro livre de penhora


Projeto de lei da Câmara (PLC 104/09) que torna impenhorável o único imóvel pertencente a pessoa solteira, separada judicialmente, divorciada ou viúva e utilizado para a sua moradia deve ser votado nesta quarta-feira, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O projeto, que será examinado em decisão terminativa, é de autoria do então deputado Augusto Nardes e recebeu duas emendas do relator, senador Romeu Tuma (PTB-SP).

O projeto altera a Lei 8.009/90, que garante que o imóvel residencial próprio do casal ou da entidade familiar é impenhorável. 





Projeto dá voz a advogados no julgamento de recursos
Falta de sustentação oral impede o amplo direito de defesa
O Código de Processo Civil (CPC) poderá ser alterado para permitir que a sustentação oral pelos advogados, nos tribunais, também possa ser feita nos julgamentos de recursos processuais que possam modificar significativamente a sentença. A proposta (PLS 472/08), aprovada pela CCJ em caráter terminativo, mantém a proibição de sustentação oral no caso de embargos de declaração que não busquem tais efeitos.

Pelo projeto do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), o presidente da sessão, depois da exposição feita pelo juiz-relator, dará 15 minutos a cada uma das partes, para exporem as razões do recurso.

Valadares explica que os embargos de declaração com efeito infringente não têm por objetivo suprimir omissão, aclarar ponto obscuro ou corrigir contradição, mas sim modificar e inverter o mérito da decisão a favor de quem está recorrendo. Ainda segundo o autor, a doutrina e a jurisprudência consideram que o caráter infringente empregado nos embargos de declaração só é possível excepcionalmente.

Para o senador, a sustentação oral poderá reforçar a tese apresentada por escrito na petição de recurso ou de contrarrazões e, na maioria das vezes, "serve para esclarecer aos magistrados uma situação jurídica que passou despercebida, ou focar o ponto principal do conflito, que muitas vezes não foi captada pelo juiz-relator e sua respectiva assessoria, em face de leitura de inúmeras peças processuais".

Valadares citou dados fornecidos pelo professor e advogado Deslomar Mendonça Júnior. Segundo o especialista, nos tribunais superiores 70% dos processos são julgados isoladamente pelo juiz-relator, ou seja, em 70% das matérias em que caberia sustentação oral (permitida quando o julgamento é feito pelo colegiado), está havendo a supressão dessa faculdade, o que o advogado considera muito grave.

O relator Almeida Lima (PMDB-SE) concorda que a sistemática que dá poderes ao relator do recurso para julgá-lo monocraticamente, impedindo a sustentação oral, tem provocado prejuízos ao direito de ampla defesa das partes. 




Até um ano de prisão para quem defender pedofilia
Atos de incitação e de apologia pública de crime ou de seu autor (quando o delito estimulado for punível com prisão) poderão render até um ano de prisão, além de multa. É o que determina projeto (PLS 201/09) aprovado pela CCJ, que dobra as punições previstas hoje no Código Civil.

Ao propor a medida, que agora vai a Plenário para decisão final, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia visava antes de tudo garantir uma legislação mais severa contra os atos de exploração sexual de menores.

Na justificação da proposta, relatada pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ), os senadores da CPI afirmam que parte da dificuldade de combater práticas criminosas decorre do "sentimento de descrença ou ineficácia" da lei – as pessoas se sentem estimuladas a transgredi-la.

Para os autores, a punição para a incitação ao crime, sua apologia ou a louvação do criminoso ainda precisa ser bem definida na legislação penal, de modo que as penas sejam vinculadas à gravidade do crime que está sendo estimulado ou propagandeado. 





Combate à pichação
Vender tintas em aerossol para menores de 18 anos será proibido e o comprador deverá apresentar documento de identidade e ter seu nome anotado na nota fiscal, diz projeto (PLC 138/2008) aprovado pela Comissão de Meio Ambiente e Defesa do Consumidor (CMA). As latas deverão ter a advertência de que pichação é crime. A proposta, já aprovada na CCJ, segue para exame do Plenário. 




CCJ reduz prazo de recursos previstos no Código Civil
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou projeto da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) que altera o artigo 508 do Código de Processo Civil para reduzir de 15 para dez dias o prazo para interposição de recursos e para a resposta aos recursos nos julgamentos de processos pelos tribunais.

Na justificação da proposta (PLS 220/06), a senadora afirma que os recursos previstos no código submetem-se a prazos variados e excessivos. No caso de apelação, pondera, o prazo é de 15 dias e mais 15 dias para que o apelado apresente suas contrarrazões. No mesmo caso, estão os embargos infringentes, os recursos ordinário, especial e extraordinário e os embargos de divergência. O agravo de instrumento, por sua vez, possui prazo de dez dias.

O relator na CCJ, Raimundo Colombo (DEM-SC), apresentou voto favorável à matéria, que recebeu decisão terminativa na comissão. Segundo o senador, a medida sugerida por Maria do Carmo Alves permitirá acelerar os processos judiciais.





Cybercafés e lan houses deverão manter cadastro de usuários
Projeto de Gerson Camata quer acabar com o anonimato no uso de computadores de acesso público para reprimir fraudes e pedofilia
O s estabelecimentos que alugam computadores para acesso à internet – como cybercafés e lan houses – devem manter cadastro de seus clientes, com a data e hora do início e término do uso do terminal e a identificação do computador usado. É o que prevê projeto de lei (PLS 296/08) de Gerson Camata (PMDB-ES) aprovado em decisão terminativa pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Camata argumenta que a internet tem sido usada para a prática de diversos tipos de crime, desde fraudes contra contas bancárias a casos de pedofilia, e que, em muitos desses crimes, os delinquentes usam terminais públicos para não ser identificados. Segundo o senador, a medida ampliará a eficácia do combate aos crimes virtuais, pois fechará uma das mais importantes brechas de proteção a que recorrem os criminosos. 





Base na Antártica usará energia limpa
O Brasil tem investido no uso de fontes alternativas de energia em sua base na Antártica, explicou o capitão-de-mar-e-guerra José Robson Medeiros na Comissão sobre Mudanças Climáticas. Hoje, a Estação Comandante Ferraz queima combustível. A intenção é substituí-lo por fonte eólica e fotovoltaica. Medeiros observou que ainda há controvérsias se é a ação humana que está alterando o clima do planeta. 




Uso de índice de produtividade rural divide opiniões
A discussão sobre o índice de produtividade rural dividiu participantes do debate realizado na CRA. Índices de produtividade são indicadores usados para verificar se propriedades rurais são utilizadas de forma racional e adequada – condições para a chamada função social, parâmetro para desapropriação visando à reforma agrária.

Enquanto o presidente da Abra, Plínio de Arruda Sampaio, defendeu os atuais critérios constitucionais, focados no uso da terra e na função social da propriedade, Luiz Hafers, ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), disse que o índice em vigor "é uma implicância com o produtor". O ministro Guilherme Cassel disse que é preciso "encontrar um ponto de equílibro que não represente risco para ninguém". Leia mais em www.senado.gov.br/jornal.





Fust poderá subsidiar telefonia fixa para população de baixa renda
Recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) poderão ser usados para subsidiar o acesso aos serviços de telefonia fixa pela população de baixa renda. É o que propõe projeto (PLS 283/09) de Flexa Ribeiro (PSDB-PA) aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos. A proposta, de acordo com o relator, Osmar Dias (PDT-PR), inspirou-se na tarifa social de energia. Para garantir que o benefício seja restrito a pessoas realmente necessitadas, o Executivo deverá adotar critérios que identifiquem a condição socioeconômica do cidadão. O relator lembra que a universalização da telefonia é meta do Estado desde a reestruturação do setor, em 1997.




CCJ aprova proibição da venda para o exterior de atletas jovens
Projeto que proíbe a transferência de atletas para o exterior antes de completarem 18 anos de idade e de terem se profissionalizado foi aprovado pela CCJ. O autor da proposta (PLS 238/04), Demostenes Torres (DEM-GO), sustenta no texto que jogadores de futebol, ainda adolescentes, têm sido "induzidos por empresários a verdadeiras aventuras no exterior, onde desperdiçam seu talento prematuramente, antes de conseguir realizar todo seu potencial". Com a aprovação da proposta, fica proibida a celebração de contrato trabalhista entre a entidade desportiva estrangeira e o atleta, seja para cessão ou transferência, sem que ele tenha atingido a maioridade e se profissionalizado. A proposta faz mudanças na chamada Lei do Passe Livre (Lei 9.615/98) e segue para as comissões de Assuntos Sociais e de Educação. 




Contribuição a sindicatos
Foi aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) projeto de Paulo Paim (PT-RS) que obriga todos os trabalhadores e servidores membros de categoria profissional, sindicalizados ou não, a pagarem a contribuição assistencial aos sindicatos. Paim justifica o projeto (PLS 248/06) afirmando que a contribuição já existe, mas, por falta de norma legal, acaba causando insegurança jurídica. 




Pessoas com deficiência
Casas de diversão pública – como teatros, estádios esportivos etc. –, auditórios, salas de aula e até mesmo salas de espera poderão ser obrigadas a oferecer assentos especiais para pessoas obesas ou com deficiência. É o que prevê projeto (PLC 184/08) aprovado pela Comissão de Direitos Humanos (CDH). O texto determina ainda que sejam oferecidas áreas adequadas para a permanência dessas pessoas.




Rodovias
Projeto aprovado pela CCJ (PLC 66/05) obriga a instalação ao longo das rodovias administradas por empresas privadas, em regime de concessão, de placas com o nome do órgão público fiscalizador do contrato e informações sobre como o cidadão pode entrar em contato. A ideia é que os usuários ajudem na fiscalização, oferecendo denúncias e críticas sobre as condições das vias, além de sugestões. 




Cargos para o executivo
A Comissão de Constituição e Justiça aprovou também a criação de 21 cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores (DAS) para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (PLC 161/09). A estimativa de custo com a criação dos cargos é de R$ 583,5 mil, considerando os meses de setembro a dezembro de 2009, e de R$ 1,61 milhão por ano. 




Restituição do IR poderá ser usada para pagar débitos
A CAE aprovou também permissão para que o contribuinte do Imposto de Renda Pessoa Física use o saldo da restituição do imposto, apurado na declaração anual de ajuste, para quitar débitos originados de qualquer tributo administrado pela Receita Federal. O autor da proposta, senador César Borges (PR-BA), afirmou que o projeto buscar fazer justiça ao contribuinte. Quanto àqueles que estão na malha fina, explicou o senador, eles terão que esperar o fim do processo de apuração do IRPF. 




Proposta reserva espaço para esporte na periferia
As áreas públicas usadas para a prática de esporte e lazer por comunidades da periferia, ribeirinhas e quilombolas, por período igual ou superior a cinco anos, poderão ser destinadas à criação de espaços desportivos comunitários. O projeto, elaborado por Cristovam Buarque (PDT-DF) a partir de sugestão encaminhada à CDH pela Federação de Futebol Não Profissional da Bahia, baseia-se no argumento de que a medida vai garantir às futuras gerações a reserva de espaço para a prática de atividades desportivas na própria comunidade. 




Ensino obrigatório ampliado e com mais recursos
Senado deve votar este mês projeto que acaba com a possibilidade de o governo remanejar para outras áreas as receitas constitucionais destinadas à educação. Medida deve injetar por ano R$ 10 bilhões no ensino público a partir de 2011
O Plenário deve aprovar ainda este mês o fim da Desvinculação de Receitas da União (DRU) sobre os recursos para a educação, garantindo que 18% da arrecadação de impostos federais sejam destinados ao ensino público, como previa a antiga Emenda Calmon. A proposta está incluída na pauta desta terça-feira. Antes dela, o Plenário precisa deliberar sobre três medidas provisórias.

A PEC 277/08 (originalmente 96-A/03) define a extinção gradual da DRU, reduzindo dos atuais 20% para 12,5% este ano, 5% no próximo e sua eliminação em 2011, conforme entendimento com a área econômica do governo (veja à direita).

Autora da proposta original, Ideli Salvatti (PT-SC), líder do governo no Congresso, aposta que o fim da DRU será promulgado este mês, como negociado com o ministro da Educação, Fernando Haddad, permitindo que cerca de R$ 4 bilhões retornem aos cofres do ministério ainda em 2009. A partir 2011, serão 10,4 bilhões a mais por ano.

– Não tenho dúvida que temos capacidade de construir um acordo com os líderes aqui no Senado para, no mês de outubro, fazermos a votação final no Plenário – disse Ideli.

A volta da obrigatoriedade de destinar um percentual da receita para a educação é uma luta histórica que começou com a Constituição de 1934, foi derrubada nos períodos autoritários, revigorada na Constituição liberal de 1946 e no final do último governo militar com a Emenda Calmon (1983), e consagrada na Constituição de 1988 (veja abaixo). Criada em 1994, com o nome de Fundo Social de Emergência (FSE), a DRU subtraiu à educação entre 1998 e 2007 cerca de R$ 43 bilhões, segundo o Conselho Nacional de Educação.





Incentivo à leitura deve ser prioridade de todos
Governo e sociedade discutem tema no Senado e concluem que é preciso formar mais parcerias para ampliar acesso da população aos livros
O hábito da leitura pode ser um eficiente instrumento de desenvolvimento do país e deve ser incentivado com programas de governo e por meio de parcerias com o setor privado, sugeriram especialistas em seminário sobre a expansão do acesso à leitura, promovido pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte.

No seminário, em comemoração ao Dia Nacional da Leitura, (12 de outubro), eles também defenderam a implantação, pelo Executivo, e a manutenção, pelo setor privado, de bibliotecas em todos os municípios.

O seminário foi ideia dos senadores Flávio Arns (PSDB-PR) e Cristovam Buarque (PDT-DF), autor de projeto – em tramitação na Câmara dos Deputados – que cria o Programa Cesta Básica do Livro, visando garantir um acervo mínimo de leitura para famílias de estudantes da rede pública.

Para o secretário-executivo do Ministério da Cultura, Alfredo Manevy, o hábito da leitura é prioridade nacional e pode contribuir para reduzir a desigualdade social entre os brasileiros.

Estudo de 2007 realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com o Instituto Ecofuturo, mostrou que a implantação de bibliotecas levou à redução da evasão escolar em 55 escolas pesquisadas.






Senadores sugerem medidas para incentivar o hábito
O setor privado tem implantado projetos para estimular a leitura, enquanto o setor público não desempenha de forma eficiente seu papel de aprimorar a educação, acredita o senador Cristovam Buarque. Ele elogiou as iniciativas da sociedade, mas disse acreditar que somente uma atuação efetiva do Estado poderá realizar uma revolução na área da educação.

A afirmação de que o brasileiro não gosta de ler é um mito, na opinião do senador Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC). Ele contou que experiência de distribuição no Acre de cursos em fascículos sobre Política, História, Sociologia e Filosofia, impressos na Gráfica do Senado, mostrou o interesse da população em aprimorar o conhecimento.

A senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) observou que a população poderá ser beneficiada se ações semelhantes forem realizadas por todos os parlamentares e pelos empresários brasileiros.

Roberto Cavalcanti (PRB-PB) e Sérgio Zambiasi (PTB-RS) defenderam o estímulo à prática de contar histórias como recurso para desenvolver o hábito de leitura entre as crianças.





Ministro Fernando Haddad garante segurança do Enem em dezembro
O ministro da Educação, Fernando Haddad, informou que, pelas apurações feitas até agora, uma mudança no local de impressão das provas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) permitiu a tentativa de fraude, que causou o adiamento do teste (originalmente marcado para 3 e 4 de outubro) para 5 e 6 de dezembro. Haddad, por iniciativa própria, compareceu à CE a fim de debater o assunto com os senadores e garantiu a segurança da prova na sua nova data.

Segundo Haddad, a Polícia Federal (PF) concluiu que a mudança da gráfica de São Paulo para outro local, sem que o ministério fosse informado e sem as condições de segurança acertadas no plano original, permitiu a fraude.

Ele acrescentou não haver dúvidas quanto ao fato de o consórcio de empresas vencedor da licitação para realização das provas do Enem ter de responder, por uma questão contratual, pela falta de segurança na manipulação das provas. "Isto é incontornável", resumiu o ministro.

Haddad revelou que o MEC aguarda o inquérito da PF para instalar auditoria interna para apurar possível participação de servidores. Essa auditoria, detalhou, será acompanhada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que organiza o Enem.

Senadores do governo e da oposição elogiaram a agilidade com que o MEC ofereceu uma saída para o problema. Em resposta a Flávio Arns (PSDB-PR), o ministro disse que irregularidades em exames para ingresso em universidades e órgãos públicos "não são tão raras". Ele sugeriu um debate que possa suscitar a revisão da tipificação criminal desse tipo de fraude, que prejudica milhões de pessoas. 





Projeto permite que bolsista do ProUni troque de faculdade
A CE aprovou o projeto de lei da Câmara (PLC 151/08) que permite ao estudante com bolsa do Programa Universidade para Todos (ProUni) pedir transferência para outra faculdade. A proposta, relatada pelo senador Alvaro Dias (PSDB-PR), será ainda submetida ao Plenário. Para que se permita a transferência, é preciso que existam na nova instituição bolsa e curso idênticos aos que o aluno já recebeu.

Outro projeto aprovado pela Comissão de Educação, o PLS 265/08, de Osmar Dias (PDT-PR), exclui, para efeito da Lei de Responsabilidade Fiscal, do conceito de receita corrente líquida dos estados e municípios os gastos com folha de pagamentos e as receitas de transferência do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb). 





Professor público terá facilitado acesso a curso superior
Os professores públicos concursados, da educação básica, terão facilitado seu acesso a cursos superiores de pedagogia e licenciatura, determina o PLS 322/08, do senador Cristovam Buarque, aprovado em decisão terminativa pela CE.

Segundo o projeto, poderão pleitear vagas por meio de um "processo diferenciado" os professores com três anos de profissão. Terão prioridade aqueles que optarem por cursos de licenciatura em matemática, física, química, biologia e língua portuguesa.

Também em decisão terminativa, a CE aprovou o PLS 2/07, do senador Osmar Dias, que permite que a União possa "supletivamente" participar do financiamento das universidades e faculdades estaduais e municipais que ofereçam cursos gratuitos. 




Conselheiros remunerados
Os membros dos conselhos tutelares do Menor devem ser remunerados de acordo com o mercado de trabalho, caso atuem em regime de dedicação exclusiva. Projeto (PLS 97/09) de Raimundo Colombo (DEM-SC) aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais estabelece que esses profissionais poderão contribuir para o Regime Geral de Previdência Social, para ter direito à proteção adequada da legislação trabalhista e previdenciária. A relatora foi a senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN).




Cabeleireiro e manicure
Três propostas na área trabalhista também foram aprovadas na semana passada pela CAS, entre elas a regulamentação das profissões de cabeleireiro, barbeiro, esteticista, manicure, pedicure, depilador e maquiador (PLC 112/07). Outra proposta (PLS 175/06) dispensa da multa de 40% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), nas demissões sem justa causa, a pessoa que der aos empregados domésticos a opção de aderir ao fundo. 



Meta do Brasil contra aquecimento



O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, apresentou ao presidente Lula uma proposta de reduzir em até 40% as emissões totais de gás carbônico do Brasil até 2020, prevendo-se um crescimento econômico de 4% ao ano. Se for aceita, a proposta será levada à conferência da ONU em Copenhague, em dezembro, como a meta brasileira contra o aquecimento global, trazendo as emissões, em 2020, de volta aos níveis de 1990.

Bilionário negócio verde

O bilionário George Soros promete investir US$ 1 bilhão em tecnologia de energias limpas, além de criar uma consultoria sobre emissões, que vai receber recursos de US$ 10 milhões anuais até 2019. Soros diz que está à procura de bons negócios, mas quer "contribuir para solucionar o problema da mudança climática".

Celular oferece riscos?

As pesquisas realizadas até agora não comprovam o risco de telefones celulares provocarem tumores, sobretudo cerebrais, embora alguns estudos sugiram que possa haver associação entre o uso de celular e o câncer, segundo uma equipe do Centro Nacional de Câncer da Coreia do Sul. O grupo examinou 23 estudos publicados envolvendo mais de 37 mil pessoas em diversas partes do mundo.

Explosão de consumo

O uso de celulares e de telefones sem fio explodiu nos últimos anos, alcançando em torno de 4,6 bilhões de assinantes no mundo todo, de acordo com a International Telecommunication Union, agência da Organização das Nações Unidas.

Álcool quer regras claras e menos impostos



Os produtores defendem regras claras e menos impostos para garantir a participação do álcool na matriz de combustíveis. O presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Marcos Jank, ressalta a função social do setor do etanol, além da importância econômica e da contribuição para a saúde pública, já que produz um combustível com baixa emissão de gases.




Maciel valoriza educação a distância
O papel da educação a distância na formação dos jovens e adultos foi ressaltado pelo senador Marco Maciel (DEM-PE) na sexta-feira. Ele lembrou que a política de educação do governo Fernando Henrique Cardoso universalizou o ensino fundamental no país a partir de 2000. O Brasil agora, assinalou o senador, precisa enfrentar o desafio da universalização do ensino médio. As autoridades, entretanto, observou, não estariam se preparando para essa nova etapa, por subestimarem o ensino a distância.

Maciel disse não querer supervalorizar o papel dessa modalidade de ensino, mas ponderou que ela não pode ser dispensada porque é uma fonte subsidiária para a formação de novos quadros.

A educação a distância, segundo ressaltou o parlamentar, deve ser vista como uma possibilidade a mais de inserção social, ajudando assim na construção de uma sociedade mais justa e igualitária, na formação de cidadãos conscientes de seu papel político. Para um país com quase 200 milhões de habitantes, dois terços dos quais estão habilitados ao voto, é necessário, na opinião de Marco Maciel, fazer um esforço de difusão da tele-educação, para que o eleitor esteja cada vez mais capacitado a participar desse instrumento da democracia. 





Simon critica Lula e defende debate sobre fiscalização em obras do PAC
O senador Pedro Simon (PMDB-RS) criticou na sexta-feira afirmações do presidente Lula de que a Lei de Licitações e o Tribunal de Contas da União (TCU) atrapalhariam as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Como o presidente não convocou reunião que teria anunciado para debater o assunto, Simon sugeriu a realização de um grande debate no Senado sobre o tema, para o qual seriam convidados integrantes do Judiciário, do TCU, do governo e da sociedade.

Ele anunciou que levará a proposta do debate ao presidente da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle, senador Renato Casagrande (PSB-ES), para que seja realizado pelo colegiado ou em conjunto com a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

– Esse assunto é sério demais. Essa reunião tem que ser feita com urgência – defendeu Pedro Simon, argumentando não ser possível o Congresso se omitir diante das declarações duras do presidente da República contra o Tribunal de Contas.

Relator do substitutivo aprovado pelo Congresso, a partir de projeto do Executivo que resultou na Lei de Licitações (Lei 8.666/93), o senador disse que essa legislação foi considerada um grande avanço na época no que diz respeito à seriedade na condução da coisa pública, e decorreu de amplo debate com a sociedade e com o governo. Foi um período marcado por casos graves, lembrou Simon, como o da CPI dos Anões do Orçamento e o impeachment do então presidente da República.

O PT, de acordo com o senador, foi o partido que mais o apoiou e estimulou a aprovação da legislação.






Heráclito condena ataques de Lula ao TCU
Heráclito Fortes (DEM-PI) criticou manifestações públicas do presidente Lula, que, vistoriando as obras de transposição do rio São Francisco, em Pernambuco, fez restrições à ação fiscalizadora do Tribunal de Contas da União.

– O que o presidente está fazendo é um absurdo. O TCU está fazendo um bem ao presidente da República e ao país em fiscalizar.

Para Heráclito
, o presidente tem atacado o Congresso, a Justiça e a Igreja, inclinando-se agora a condenar a ação fiscalizadora do TCU. O senador disse que Lula ampara essa profusão de críticas na popularidade de que goza. 





Presidente agride "por não ter o que mostrar"
"O presidente Lula sai pelo país atirando para todo lado, agredindo instituições sérias como o TCU, por não ter o que mostrar em seu governo", disse Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) na sexta-feira. Ele se referia a declarações feitas pelo presidente da República à imprensa sobre relatório do tribunal que lista irregularidades em obras do PAC.

Mesquita Júnior também cobrou a implantação de escolas técnicas federais no Acre. Lembrou que aguardam votação na Câmara dois projetos seus prevendo a criação de uma escola agrotécnica, em Rio Branco, e uma escola técnica federal de construção naval, em Cruzeiro do Sul. 





João Pedro protesta contra crítica a viagem
João Pedro (PT-AM) protestou na sexta-feira contra a caracterização da viagem do presidente Lula ao Nordeste, para vistoriar as obras de revitalização e transposição das águas do rio São Francisco, como campanha eleitoral.

– O que querem a mídia e a oposição política? Que ele fique trancado no Palácio do Planalto durante os 14 meses que lhe restam para finalizar seu mandato? – indagou.

De acordo com o senador, o projeto no São Francisco pretende revitalizar o rio e dar nova dinâmica às atividades na região, visando melhorar a qualidade de vida das populações. As obras, observou, servirão como catalisador de progresso e não têm objetivos eleitoreiros.





Senadores cobram votação de projetos em favor dos idosos
Apelos à aprovação de projetos que beneficiam os idosos, já aprovados pelo Senado e em tramitação na Câmara, dominaram os debates durante sessão do Congresso Nacional, na quinta-feira, em homenagem ao Dia Nacional e Internacional do Idoso, transcorrido em 1º de outubro. Os parlamentares também defenderam maior valorização aos idosos, atenção à saúde e reajuste digno do valor das aposentadorias e pensões.

A sessão comemorou ainda os 24 anos de fundação da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap). Autor, pelo Senado, do requerimento de realização da sessão conjunta, o senador Paulo Paim (PT-RS) considerou os idosos "a maior força política deste país". Ele defendeu a eliminação da Desvinculação de Recursos da União (DRU) sobre o setor e pediu o fim do fator previdenciário (PL 3299/08, que tramita na Câmara).

O presidente do Senado, José Sarney, que presidiu a sessão, citou iniciativas em favor dos idosos e aposentados adotadas em sua gestão na Presidência da República.

Também participaram da sessão de homenagem Lúcia Vânia (PSDB-GO), Rosalba Ciarlini (DEM-RN), Mão Santa (PSC-PI), Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e Cristovam Buarque (PDT-DF). 





Pernambucanos recebem livros com leis em braile
Instituições pernambucanas que trabalham com pessoas com deficiência visual receberam um kit com as constituições Federal e a do estado e o Código de Defesa do Consumidor, todos impressos em braile. O senador Marco Maciel (DEM-PE) fez a entrega – no último dia 9, no estande do Senado na 7ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco – à Associação Pernambucana dos Cegos (Apec), à Sociedade Beneficente dos Cegos do Recife (Sobecer) e ao Instituto Antonio Pessoa de Queiroz. 




Convênio
O reitor da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), José Augusto Silva Oliveira, propôs ao presidente do Senado aassinatura de um convênio com a Universidade do Legislativo Brasileiro (Unilegis) para a formação de gestores públicos no estado.



quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Banca de Revista



Banca de Revista


Revista SuperInteressante - 271 - Novembro 2009



SuperInteressante
A pílula da inteligência

SUPERNOVAS
Assaltar a geladeira é ainda pior do que se pensava.

PAPO
O doutor que examina múmias.

POLÊMICA
Uma imagem vale mais do que mil planilhas.

CONTÉM
Cera de carro tem silicone e parafina, mas mantenha-a longe dos seus cachos.

ORÁCULO
Por que enxergamos mal debaixo d´água?

INFOGRÁFICO
Todos os poderes do volante de Fórmula 1.

A PÍLULA DA INTELIGÊNCIA
Estão surgindo remédios que podem aumentar seu QI. Você tomaria?

TODOS OS PRODUTOS DO MUNDO
Descubra de onde vêm os eletrônicos e tranqueiras que você usa. Dica: fica na China

AS MENTES DE HOUSE
Conheça os médicos que tornam possível o seriado mais visto da TV.

ESTATÍSTICA, O FUTURO
Mais tecnologia, mais dados e pouca gente para entender tudo isso.

ZOOM
O lugar que enfrenta desastres (fake) todos os dias.

OS NOVOS PENSADORES
Filósofos, sociólogos e escritores que tentam desvendar o futuro.

ESCOLHAS
O coelhinho suicida e 3 guitarristas muito loucos.

TECH
O Guitar Hero brasileiro.

TENDÊNCIAS
Abasteça o carro no orelhão e conheça o avião sem piloto.

MANUAL
Como mudar de religião.



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sábado, 14 de novembro de 2009

Universidade em Foz do Iguaçu reforça integração continental


A criação da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) na cidade de Foz do Iguaçu (PR), proposta pelo Executivo, foi aprovada pela Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul.


Pelo projeto (PLC 186/09), a Unila terá a finalidade de ministrar ensino, desenvolver pesquisa e promover a extensão universitária. Os cursos serão oferecidos preferencialmente em áreas de interesse mútuo dos países do Mercosul. A universidade será bilíngue (português/espanhol).


A ideia do governo é que a Unila ajude na expansão e interiorização da rede de ensino superior, como parte do processo de integração com os países do bloco. O relator, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), disse que a criação da Unila "é um empreendimento histórico e representa passo fundamental para a construção de uma mentalidade de integração regional".


Na mesma reunião, a Representação Brasileira aprovou proposta do governo para que o Congresso Nacional aprove texto de um acordo sobre tráfico de migrantes, assinado em 2004 pelos países do Mercosul, além de Bolívia e Chile. O acordo, segundo a justificativa do governo, demonstraria o interesse dessas nações em cooperar e trocar informações para combater o tráfico.


O Parlasul realizará sessão plenária nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, no Congresso Nacional, em Brasília. A sessão será organizada pela Representação Brasileira no parlamento.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=3188&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Internacional&codNoticia=89736


Fontes alternativas de energia terão incentivo


Comissão do Senado aprova criação de regime tributário especial para as empresas que trabalharem com energia eólica, solar ou marítima
Proposta que institui o Regime Especial de Tributação para o Incentivo ao Desenvolvimento e à Produção de Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Reinfa) e estabelece medidas de estímulo à produção e ao consumo de energia limpa foi aprovada pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI).


Pelo projeto de lei (PLS 311/09), poderão se beneficiar do Reinfa as empresas que trabalham com geração de energia elétrica de fonte eólica, solar e marítima, bem como as que exercem atividades de pesquisa, desenvolvimento e produção de equipamentos para esses tipos de energia, ou de novas tecnologias ou materiais de armazenamento. O incentivo vale para as empresas que lidam com produção de veículos movidos a eletricidade, híbridos ou não.


Essas empresas ficarão isentas de contribuições como o PIS/Pasep e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Terão ainda redução do Imposto de Importação incidente sobre os bens, sem similar nacional, necessários às atividades desenvolvidas pelos empresários.


Para ter acesso ao Reinfa, as empresas deverão estar em dia com os tributos e as contribuições administradas pela Secretaria da Receita Federal.


Para o autor da proposta, senador Fernando Collor (PTB-AL), o que limita a exploração do potencial de fontes limpas e renováveis é o alto custo do empreendimento, se comparado às fontes convencionais, como as hidrelétricas e termelétricas.


Depois de apreciado pela CI, o projeto será ainda votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão terminativa.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=1169&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Meio+Ambiente


Senadores pedem redução de tributos sobre água mineral


Senadores e representantes do segmento de água mineral brasileiro defenderam, em debate conjunto nas comissões de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e de Assuntos Econômicos (CAE), a diminuição da carga tributária sobre o produto, que pode alcançar até 57,43%.


Os debatedores, a exemplo do senador Neuto de Conto (PMDB-SC), estranharam que a água mineral seja tributada como bebida alcoólica ou refrigerante, igualando-se, por exemplo, à cerveja.


Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais (Abinam), Carlos Lancia, só a carga tributária direta sobre o produto representa 44% do preço.


O senador Osvaldo Sobrinho (PTB-MT) também defendeu a diminuição da carga tributária e lembrou que o Brasil é o quarto maior produtor mundial de água mineral.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=1169&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Meio+Ambiente&codNoticia=89744


Projeto ajuda a reduzir os efeitos das enchentes


Os planos de saneamento básico deverão incluir medidas para reduzir a velocidade de escoamento de águas pluviais em áreas urbanas com alto coeficiente de impermeabilização do solo e dificuldade de drenagem. A inclusão desse dispositivo na lei do saneamento básico (Lei 11.445/07) foi aprovada pela CI e, se não houver recurso, vai agora para análise da Câmara.


O PLS 205/08, do senador Renato Casagrande (PSB-ES), altera outras leis para determinar que o planejamento para a prestação de serviços de saneamento básico inclua novas tecnologias no sistema de redução de velocidade de escoamento de águas pluviais.


Para Casagrande, uma das maiores causas das enchentes que assolam as cidades é a impermeabilização do solo em áreas urbanas, que aumenta a velocidade de escoamento das águas pluviais, acarretando aumento rápido na vazão média de pico dos rios.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=1169&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Meio+Ambiente&codNoticia=89746


Incentivo a pesquisas para economia de água


Outro projeto que modifica a lei do saneamento básico foi aprovado pela CI na semana passada, agora para incentivar a redução do consumo de água. O PLS 504/07, do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), sugere ações de educação ambiental e o incentivo à pesquisa de novas tecnologias que levem à utilização de equipamentos sanitários mais econômicos.


– É importante que a população também contribua para a sua economia, mediante a adoção de comportamentos e de tecnologias que evitem o desperdício; afinal de contas, o uso racional de água perpassa a questão da redução do consumo – explica Valadares.


Segundo o relator Gilberto Goellner (DEM-MT), que apresentou um texto substitutivo, é urgente a necessidade, diante do risco da escassez, de se adotarem medidas de estímulo à economia de água, seja pela educação ambiental, seja pelo fomento à pesquisa.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=1169&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Meio+Ambiente&codNoticia=89748


Alemanha doa 35 milhões de euros para a Amazônia


O Plenário aprovou acordo de cooperação financeira com a Alemanha para a preservação da Amazônia e para o combate à Aids. O projeto de decreto legislativo (PDS 786/09), que já passou pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), será agora promulgado pelo Congresso.


O acordo estabelece que a Alemanha poderá contribuir com até 40 milhões de euros a fundo perdido para projetos brasileiros destinados à preservação da Amazônia e ao combate à Aids.


Pela proposta, o projeto Manejo Florestal Sustentável da Amazônia será contemplado com 15 milhões de euros. Outros 10 milhões de euros serão destinados ao Fundo para Áreas Protegidas da Amazônia, enquanto 10 milhões de euros irão para o programa Arpa II, também relativo a áreas protegidas da região. O trabalho de combate à Aids receberá até 5 milhões de euros.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=1169&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Meio+Ambiente&codNoticia=89750


JORNADA DE TRABALHO


Quatro audiências públicas foram aprovadas pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), entre elas o debate sobre a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, objeto de proposta de emenda à Constituição (PEC 75/03) apresentada pelo vice-presidente da CAS, senador Paulo Paim (PT-RS). Pelo texto, a jornada de trabalho normal não poderá ser superior a 40 horas semanais, diminuindo gradativa e anualmente em uma hora até o limite mínimo de 36 horas.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=22&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Comiss%C3%B5es&codNoticia=89783


Baixa renda poderá financiar até 95% do valor do imóvel


Projeto que permite às famílias de baixa renda financiar até 95% do valor de avaliação do imóvel a ser adquirido foi aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). O PLS 652/07, do senador Marconi Perillo (PSDB-GO), recebeu duas emendas do relator Efraim Morais (DEM-PB).


O autor da proposta argumenta que famílias de baixa renda que buscam comprar a casa própria enfrentam dificuldades para pagar, ao mesmo tempo, aluguel e a parcela do financiamento. Pelas regras atuais, o máximo a ser financiado pode chegar a 40% do valor de avaliação.


O projeto será examinado em decisão terminativa pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=22&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Comiss%C3%B5es&codNoticia=89762


TÁXI PASSADO AOS HERDEIROS


As licenças para o serviço de táxi poderão ser passadas aos herdeiros do taxista, define o PLS 253/09, do senador Expedito Júnior (PR-RO), aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A autorização para uso do táxi, porém, só poderá ser transmitida a pessoa física ou jurídica que preencha os requisitos exigidos para sua outorga. Expedito Júnior lembrou que a comercialização e locação de autorizações para a exploração de serviços de táxi é uma prática enraizada e socialmente aceita, apesar de não estar prevista em lei.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=22&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Comiss%C3%B5es&codNoticia=89763


ANP será obrigada a divulgar lista de postos de combustíveis autuados


A Agência Nacional de Petróleo (ANP) será obrigada a divulgar relatórios mensais e anuais com nomes e endereços dos postos de combustíveis fiscalizados, autuados, interditados no período e daqueles sem fiscalização há mais de um ano. É o que prevê projeto do senador Alvaro Dias (PSDB-PR) aprovado pela Comissão de Infraestrutura (CI) em decisão terminativa.


Os relatórios deverão ser discriminados por estado e conter dados estatísticos locais e nacionais sobre a atividade de fiscalização da ANP.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=22&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Comiss%C3%B5es&codNoticia=89759


Acesso mais barato à internet nos municípios menores


A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) aprovou, em decisão terminativa, projeto do senador Romero Jucá (PMDB-RR) que prevê preço de chamada local para ligações telefônicas interurbanas para acesso à internet em municípios onde não há provedor.


A proposta (PLS 317/05) exige a aplicação da menor tarifa cobrada pelas empresas para ligações locais, quando as chamadas forem efetuadas de telefones fixos e se destinarem a provedores de acesso à rede mundial de computadores.


Ainda segundo o projeto, onde não houver provedores de acesso à internet, as empresas de telefonia deverão garantir às ligações para os provedores a mesma qualidade das demais ligações interurbanas.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=22&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Comiss%C3%B5es&codNoticia=89761


Proibição de cortes no orçamento da Defesa


Projeto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça impede governo de contingenciar verbas das Forças Armadas por um prazo de dez anos
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou proposta de emenda à Constituição (PEC 53/04), de Marcelo Crivella (PRB-RJ), que obriga o governo federal a repassar às Forças Armadas, durante dez anos, todos os recursos previstos no Orçamento da União para os programas de reaparelhamento, modernização, pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Além do contingenciamento dos recursos do Orçamento, o texto proíbe ainda a formação de reservas de contingência com recursos dos fundos vinculados às instituições militares.


Além de recomendar a aprovação da PEC 53/04, o relator, Pedro Simon (PMDB-RS), pediu a rejeição da PEC 85/03, de Demostenes Torres (DEM-GO), que tramitava em conjunto, por entender que a medida enfrentaria muitas dificuldades ao proibir o contingenciamento de recursos por tempo indeterminado em favor de apenas um segmento de governo. Além disso, Simon observou que a proposta de Crivella é mais abrangente por vedar ainda a limitação, pelo governo, das aquisições, com recursos de financiamentos externos, de bens e serviços destinados às Forças Armadas.


Ainda pela proposta, o orçamento anual das Forças Armadas deverá prever recursos suficientes para o cumprimento integral dos pagamentos previstos nos contratos de financiamento externo, inclusive os da contrapartida nacional.


Tanto Marcelo Crivella quanto Demostenes Torres argumentam que a histórica falta de recursos para investimento sucateou os equipamentos e estagnou a pesquisa tecnológica na área militar, colocando o país em situação desfavorável perante a comunidade internacional.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=22&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Comiss%C3%B5es&codNoticia=89769


Exame criminológico está longe de ser consenso


A volta do exame criminológico para que o juiz decida se o preso terá direito a benefícios como progressão de regime, condicional e indulto não foi consenso entre os debatedores de audiência realizada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A ministra do Superior Tribunal de Justiça Maria Thereza Moura, por exemplo, disse não ver no retorno do exame a saída para a insegurança da sociedade em relação aos beneficiados. A audiência visou subsidiar a apreciação de projeto de Maria do Carmo Alves (DEM-SE) que prevê, além do exame, opcional, o parecer de uma comissão, quando necessário.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=22&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Comiss%C3%B5es&codNoticia=89772


Mesmo com as dificuldades, senadores defendem exame


Antonio Carlos Júnior (DEM-BA), relator do projeto de Maria do Carmo Alves na CCJ, afirmou que o propósito do exame é dar condições para que o juiz decida. Assim como ele, a maioria dos senadores defendeu a volta do exame criminológico, mesmo ponderando as dificuldades de se implementar a medida, como foi o caso de Valter Pereira (PMDB-MS) e Romeu Tuma (PTB-SP), assim como João Pedro (PT-AM) e Arthur Virgílio (PSDB-AM), que consideram necessário um debate mais aprofundado. Já Eduardo Suplicy (PT-SP) questionou a eficiência do exame diante da realidade social do país.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=22&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Comiss%C3%B5es&codNoticia=89774


ONGs criticam mudanças na legislação ambiental


Um comunicado de 15 ONGs ambientais – entre elas SOS Mata Atlântica, WWF e Greenpeace – critica propostas de mudança da legislação ambiental que estão tramitando no Congresso. O documento aponta o risco de "revogação ou modificação das principais leis ambientais brasileiras", como o Código Florestal, a Política Nacional de Meio Ambiente, a Lei de Crimes e Infrações contra o Meio Ambiente e o Sistema Nacional de Unidades de Conservação.


Segundo Mario Mantovani, diretor da SOS Mata Atlântica, a liderança do governo "levou a sério" as declarações do presidente Lula de que não é possível para o Brasil cumprir as metas de desmatamento zero e se juntou aos esforços para desmontar a legislação ambiental brasileira.


"Plástico verde" será realidade


A empresa Braskem anunciou parceria com a Johnson & Johnson para a venda do "plástico verde", um polietileno produzido a partir da cana-de-açúcar que deverá ser utilizado pela marca Sundown na fabricação de embalagens. Os primeiros produtos com o novo material serão lançados no verão 2011/2012 e incluem as linhas de protetores, bloqueadores e bronzeadores da marca.
Botos-cor-de-rosa ajudam crianças


O fisioterapeuta Igor Simões, de Manaus, está utilizando botos-cor-de-rosa para ajudar crianças com necessidades especiais. O tratamento acontece uma vez por mês nas margens do rio Negro, a 35 quilômetros de Manaus, onde as crianças fazem atividades físicas e podem até tocar nos botos. O público-alvo de Simões são crianças que têm problemas sanguíneos, como leucemia e anemia falciforme. Esse contato tem ajudado os pequenos pacientes a desenvolver habilidades físicas e autoconfiança, relata o fisioterapeuta.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=3167&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Ambiente+Legal


Marco legal simplifica abertura e fechamento de empresas


Senado analisa projeto que consolida toda a legislação, eliminando regras obsoletas e sintetizando mil dispositivos em apenas cem
O emaranhado de leis que costuma aparecer diante do cidadão interessado em abrir ou fechar uma empresa pode estar com os dias contados. Já está em discussão no Senado projeto que consolida cerca de mil regras espalhadas em toda forma de dispositivo legal, algumas em vigor há oito décadas.


A iniciativa (PLS 431/09), do senador Adelmir Santana (DEM-DF), tem o objetivo de reduzir a burocracia e, consequentemente, os custos de se montar um negócio no Brasil, descomplicando as rotinas de empresas e empresários.


O projeto abrange todas as regras sobre o funcionamento das juntas comerciais, a publicidade dos registros empresariais, a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios, conhecida como Redesim, as centrais de atendimento aos empreendedores e a comprovação do pagamento de impostos.


Para Adelmir Santana, as leis ultrapassadas ainda em vigor atrapalham muito a vida do empresário brasileiro. Segundo ele, a ideia do projeto é eliminar artigos desnecessários.


Elaborada a partir de uma parceria entre o Senado (Consultoria Legislativa e Secretaria de Coordenação Técnica e Relações Institucionais) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Departamento Nacional de Registro de Comércio), a proposta revoga dispositivos que, segundo Adelmir, tumultuam e trazem insegurança jurídica aos processos de abertura e fechamento de empresas.


– Nosso projeto se apoia em dois pilares: modernização e simplificação. É um trabalho técnico, um marco regulatório que, se não traz grandes inovações, vai provocar uma silenciosa revolução na vida das empresas brasileiras. São cerca de cem dispositivos num só texto que substituem mais de mil espalhados em diversas leis, normas e decretos. Os custos com advogados e especialistas em tributação devem diminuir significativamente quando aprovarmos a matéria – defende.


O senador antecipa que já propôs ao governador José Roberto Arruda e a lideranças empresariais do Distrito Federal que o modelo de simplificação legislativa seja adotado nos estados a partir de um projeto-piloto em Brasília.


Depois de terminado o prazo para apresentação de emendas, no próximo dia 26, o projeto será analisado por comissões da Casa, a começar pela de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=3588&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Neg%C3%B3cio


Emaranhado jurídico aumenta o custo das empresas


O Departamento Nacional de Registro de Comércio (DNRC), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, estima em R$ 12 bilhões os gastos anuais das empresas brasileiras com advogados e especialistas. O valor se aproxima do que foi destinado ao programa Bolsa Família em todo o ano passado.


Boa parte desse custo deve-se ao emaranhado jurídico que regula a atividade empresarial no Brasil. Desde a Constituição até as portarias ministeriais, passando por leis, decretos e normas, são milhares de regras, muitas delas em desuso ou canceladas por normas posteriores, mas ainda não revogadas.


De acordo com o DNRC, só para abrir uma firma individual, o empresário gasta R$ 7,59 com a taxa de registro na junta comercial, R$ 60,40 com a taxa de vistoria, R$ 465 com o contador, e entre R$ 120 e R$ 180 com impostos, o que soma pelo menos R$ 712,99, sem contar o eventual gasto com aluguel de imóvel comercial, exigido por lei.


Já para uma sociedade empresarial limitada, os gastos sobem para, pelo menos, R$ 727,85. Apenas a abertura de empresa do tipo Empreendedor Individual, que não exige imóvel, contador, nem taxa de registro na junta comercial, pode ficar mais barata.


O Ministério do Desenvolvimento contabilizou a abertura de 280 mil empresas no país entre julho e dezembro de 2007, com um tempo médio de abertura de 21 dias, bem diferente do prazo apontado como razoável pelo Banco Mundial


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=3588&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Neg%C3%B3cio&codNoticia=89785


Violência escolar explode no mundo todo


Maioria dos estudantes brasileiros já sofreu com esse fenômeno. Comissão de Educação aprovou projeto de Paulo Paim com medidas para reverter estatísticas negativas
Uma pesquisa no Google, a mais popular ferramenta de busca da internet, encontrou mais de 1,3 milhão de registros de notícias, artigos e comentários associando as palavras "violência", "agressão" e "escola", apenas em páginas do Brasil. Mas nem é preciso ir ao computador, basta ligar a TV – ou, pior ainda, conversar com o próprio filho – para constatar o óbvio: essa é uma mazela social que se espalha endemicamente pelo país, sem respeitar fronteiras geográficas ou sociais.


Em dois casos recentes, um menino de 9 anos foi espancado por colegas da mesma idade em São Joaquim da Barra (SP). Recebeu socos e pontapés simplesmente porque é gago. Em Brasília, uma menina de 15 anos levou um corte de 15 centímetros no abdômen e chutes no rosto, e acabou hospitalizada, depois de ser agredida por duas colegas de sala a menos de 200 metros de onde estuda.


A julgar por pesquisas recentes, essas ocorrências não são exceções. Alunos agredidos, livros roubados, meninas assediadas, funcionários humilhados, ofensas e agressões entre professores e alunos são recorrentes nas escolas dentro e fora do Brasil. Fenômeno que atinge um em cada 12 alunos no mundo, de acordo com estimativa do Observatório Internacional da Violência na Escola, com sede em Paris.


Outra organização não governamental, a Plan, criada em 1937 e presente em mais de 60 países, apurou em pesquisa própria que, a cada dia, 1 milhão de estudantes sofrem algum tipo de violência ao redor do globo. No Brasil, de acordo com a ONG, 84% dos 12 mil alunos ouvidos em seis estados classificaram seus colégios como "violentos", enquanto cerca de 70% deles disseram ter sido vítimas de violência dentro das instituições de ensino.


Já Portugal acredita viver um clima bem menos preocupante, se comparado às realidades de Brasil, Estados Unidos e outras nações europeias, como França e Alemanha (veja infográfico na página ao lado). De acordo com o coordenador do Observatório da Segurança Escolar de Portugal, João Sebastião, de um total de 12.593 escolas, 93,4% não relataram nenhum incidente em 2006/2007. Ainda assim, foram mais de 7 mil ocorrências no ano letivo, concentradas maciçamente na Grande Lisboa e Porto, as duas maiores cidades do país.


Em Brasília, a situação piorou a partir das disputas entre gangues e grupos armados que afetam diretamente a escola, informa a socióloga Miriam Abramovay, que coordenou um estudo junto às escolas públicas da capital federal divulgado em maio (veja logo abaixo).


– Nenhuma escola é uma ilha, e sim uma parte da sociedade. E no nosso caso essa sociedade tem se embrutecido de forma espantosa. O roubo, o tráfico, a corrupção, o desrespeito e o preconceito levam a atos violentos e criminosos. Para recompor valores deteriorados e preparar os jovens para a vida, a escola não pode ignorar a violência e precisa trazer as questões do mundo para a sala de aula – propôs, em seu blog, o físico e educador Luis Carlos de Menezes, da Universidade de São Paulo (USP).


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=1728&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Seguran%C3%A7a+P%C3%BAblica


Lei da Defensoria prioriza crianças, mulheres e vítimas de abuso sexual


A Lei da Defensoria Pública foi sancionada pelo presidente Lula na última quarta-feira. De acordo com a nova legislação, todas as instituições prisionais e de internação de adolescentes no país terão que contar com, pelo menos, um defensor público. Hoje, o país conta com cerca de 5 mil defensores públicos federais e estaduais. No Brasil, cerca de dois terços da população não têm condições de pagar advogados e os mais pobres não contam com profissionais que possam fazer sua defesa em virtude do número insuficiente de defensores públicos.


Entre as novas funções da Defensoria Pública está o atendimento especializado, de caráter interdisciplinar, a grupos vulneráveis como crianças e adolescentes, mulher vítima de violência doméstica e pessoas vítimas de abuso sexual.


Outra previsão legal é a garantia do direito à informação sobre a localização e o horário de funcionamento dos núcleos de atendimento, à qualidade e à eficiência da prestação de serviço, além da criação da Ouvidoria-Geral da Defensoria Pública.


Segundo o senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), relator da matéria no Senado, a instituição é a menos estruturada da Justiça brasileira. Ele afirma que os principais beneficiados pela proposta serão aqueles que ganham até três salários mínimos, ou seja, cerca de 80% da população.


O projeto ainda regulamenta a autonomia do órgão, cria a prerrogativa do orçamento próprio e permite que a Defensoria Pública promova concursos e nomeie defensores.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=3467&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Agora+%C3%A9+lei


Senadores lembram a Guerra do Contestado, maior revolta civil da República


O Senado realizou sessão em memória da Guerra do Contestado, ocorrida entre 1912 e 1916, que envolveu cerca de 20 mil camponeses que disputaram uma área na divisa entre Paraná e Santa Catarina – posteriormente denominada região do Contestado.


Entre as causas da guerra, estava a desapropriação de terras de camponeses para a construção de uma estrada de ferro entre São Paulo e Rio Grande do Sul.


O senador Raimundo Colombo (DEM-SC), que requereu a sessão, disse que a Guerra do Contestado foi "a maior e mais violenta revolta civil da República", envolvendo a metade do Exército Brasileiro.


O presidente do Senado, José Sarney, enviou carta que foi lida na sessão por Mão Santa (PSC-PI). Sarney afirmou que o maior legado da guerra "foi forjar e formar a identidade sociocultural do povo catarinense, cuja fibra e união é hoje reconhecida por todos nós". Também fizeram pronunciamentos os senadores Neuto de Conto (PMDB-SC), Flávio Arns (PSDB-PR) e Ideli Salvatti (PT-SC).


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=21&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Plen%C3%A1rio&codNoticia=89800


CE discute exigência de exame profissional para formados


Tramitam no Senado propostas para que diversos profissionais – como médicos e pedagogos – prestem exames para entrada no mercado de trabalho, como já ocorre com os advogados. Por isso, a pedido da senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), a comissão debateu a gestão escolar e a certificação de diretores de escolas.


Projeto do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) obriga os formandos de todos os cursos universitários a uma prova prática antes de serem considerados habilitados a exercer qualquer profissão de nível superior.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=809&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Decis%C3%B5es&codNoticia=89775


Combate ineficaz aumenta surto de malária em Marajó, diz prefeito


Em debate na CAS sobre o surto de malária em Anajás, no arquipélago do Marajó (PA), o prefeito Edson da Silva Barros admitiu que o problema está na falta de continuidade das ações de combate à doença. O prefeito informou que, embora na última ação estadual tenham sido investidos R$ 500 mil em três meses, o trabalho dos técnicos, segundo ele, foi falho, impedindo o sucesso no controle da doença.


De janeiro a setembro, foram registrados mais de 19 mil casos, quando a população é de 25 mil habitantes.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=809&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Decis%C3%B5es&codNoticia=89773


Hospitais para deficientes têm dívidas renegociadas


A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou na semana substitutivo do senador Wellington Salgado (PMDB-MG) ao PLS 311/08, do senador Paulo Duque (PMDB-RJ), pelo qual o parcelamento dos débitos, com a União, de hospitais que cuidam da reabilitação física de pessoas com deficiência, sem finalidade econômica, poderá ser feito em até 30 anos e com redução de 75% das multas.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=809&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Decis%C3%B5es&codNoticia=89771


Destruição de resíduos é obrigação de fabricante


Fabricantes e importadores são os responsáveis pela destruição ou reciclagem das embalagens de produtos veterinários e seus respectivos resíduos, diz projeto (PLS 134/07) aprovado pela CRA. O transporte e a disposição dos resíduos e embalagens dos produtos de uso veterinário deverão ser incluídas no rol das situações em que é obrigatória a fiscalização por órgãos próprios desses itens.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=809&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Decis%C3%B5es&codNoticia=89770


Rótulos de produtos deverão conter advertência


Os produtores de alimentos, bebidas, produtos dietéticos e medicamentos deverão colocar advertência em seus rótulos ou embalagens sobre a presença de fenilalanina ou outras substâncias cujo consumo seja contraindicado a portadores de deficiências do metabolismo ou outras doenças específicas. É o que determina projeto aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), mas que ainda precisa ser votado em Plenário.


O substitutivo do senador Papaléo Paes (PSDB-AP) a projeto de lei da Câmara (PLC 107/08) relaciona a medida a todas as leis que tratam da rotulagem de bebidas, alimentos e medicamentos. A mudança evitou que proposta ficasse "avulsa", já que o texto original fazia referência genérica a essa advertência em alimentos e medicamentos.


– Concordamos com a necessidade de que essa determinação ganhe status legal e tenha alcance generalizado, razão por que incluímos as bebidas e os produtos dietéticos na norma proposta – explicou o senador Papaléo Paes.


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=809&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Decis%C3%B5es&codNoticia=89768


NOVA TENTATIVA DE CPI


A senadora Kátia Abreu e o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) prometeram apresentar nesta terça-feira um novo requerimento para instalação de uma CPI mista a fim de investigar o repasse de dinheiro público para o MST. No Senado, disse Kátia Abreu, o número mínimo de assinaturas (27) já foi alcançado. De acordo com Lorenzoni, até a quinta-feira passada 130 deputados já haviam aderido ao pedido (são necessárias 171 assinaturas na Câmara).


FONTE:http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=809&dataEdicaoVer=20091012&dataEdicaoAtual=20091109&nomeEditoria=Decis%C3%B5es&codNoticia=89767